A
fome é o número um na lista dos 10 maiores riscos para a saúde: Ela mata mais
pessoas anualmente do que AIDS, malária e tuberculose juntas.
As vítimas da fome são aqueles cuja alimentação não fornece
as 2.100 quilocalorias necessárias para que o indivíduo se desenvolva e tenha
uma vida saudável: de maneira geral, pessoas que vivem na pobreza extrema e
sofrem com a carência de alimentos por períodos prolongados. Além disso, a
falta de nutrientes no organismo (vitaminas, sais minerais, etc.) constitui a
“fome oculta”, que interfere no bem estar e saúde da pessoa, trazendo
alterações no funcionamento normal do organismo.
No Brasil, a questão da fome está
intimamente relacionada à desigualdade social e à pobreza. Grande parte da
população brasileira não tem acesso a uma educação de qualidade, o que leva à
falta de qualificação profissional e ao desemprego/trabalho informal. O
indivíduo nessa situação não tem os recursos financeiros para adquirir os
alimentos de que necessita, tornando-se vítima da fome e subnutrição.
Em meio a essa situação de
pobreza do indivíduo, muitas vezes imposta pela sociedade, existe como
alternativa o uso de tecnologias sociais: técnicas, metodologias ou
instrumentos capazes de solucionar/minimizar problemas sociais. Essas
tecnologias envolvem atenção às necessidades da população e apresentam
propostas inovadoras de solução para esses problemas. Portanto, a sociedade pode se utilizar de tecnologias sociais como maneiras para contornar o
problema que o aflige.
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